Quinta, 25 de maio de 2017

A importância dos fundos de pensão

Fundos de pensão têm peso maior no Brasil do que em outros países emergentes

Assis Moreira, do
Valor Online

O mercado de fundos de pensão no Brasil é mais importante em relação ao tamanho da economia do que em boa parte dos grandes emergentes, de acordo com a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Enquanto no Brasil o total dos fundos representa 14,4% do PIB, no México fica em 12,6%, na Rússia não representa mais de 3,4%, na Indonésia é de 1,6% e na Índia, de 0,2%.

Os ativos dos fundos de pensão no Brasil cresceram 21,5% desde 2007, para R$ 530,4 bilhões, enquanto nos países do Bric caíram 0,4% e globalmente também houve queda de 0,7%. Vale lembrar que nesta conta não estão os fundos de previdência aberta, que no Brasil somam mais de R$ 200 bilhões.

O total de investimentos de fundos de pensão globalmente chegou a US$ 19,3 trilhões ao final de 2010, dos quais 96%, ou US$ 18,6 trilhões, são em países desenvolvidos. Em termos absolutos, os EUA têm o maior mercado para o segmento com ativos de US$ 10,6 trilhões. Apenas 4% ou US$ 700 bilhões são ativos do setor em países fora da OCDE.

Os fundos de pensão nos países da OCDE conseguiram recuperar US$ 3 trilhões dos US$ 3,4 trilhões perdidos em valor de mercado em 2008, no meio da pior crise financeira global. Dados da entidade mostram que os fundos apresentaram retorno líquido de 2,7% em termos reais. O melhor desempenho foi na Nova Zelândia, com 10,3% ao final de 2010, seguido pelo Chile com 10%, Finlândia com 8,9%. Já em Portugal e Grécia o rendimento médio foi negativo em 8,1% e 7,4%, respectivamente.

22/05/17

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Alimentos orgânicos, sem agrotóxicos, são excelente alternativa para uma saúde melhor

Alimentos naturais, cultivados sem o uso de agrotóxicos e sem organismos geneticamente modificados (transgênicos), estão mais perto de você do que você imagina

Produzidos sem agrotóxicos, sementes transgênicas, aditivos hormonais ou fertilizantes químicos, os alimentos orgânicos vêm ocupando cada vez mais espaço nas prateleiras dos mercados e na mesa dos brasileiros. A procura por esses mantimentos cresceu 13% segundo a Apas (Associação Paulista de Supermercados), o que demonstra que os consumidores estão cada vez mais preocupados com a qualidade dos alimentos e seus efeitos na saúde. A escolha por orgânicos é comum para quem quer evitar o consumo de alimentos industrializados e muito processados, repletos de gordura trans, corantes artificiais, conservantes e aditivos químicos, que costumam ser associados a diversas doenças.

O consumo de alimentos orgânicos é aconselhado pelo Instituto Nacional do Câncer para quem busca evitar a doença, já que 30% dos casos está associado com a má alimentação, de acordo com pesquisas do próprio instituto. Além disso, uma alimentação que favorece produtos naturais, em detrimento dos processados, promove melhor qualidade de vida e até mesmo maior longevidade, se associado a outros hábitos saudáveis, como a prática de exercícios físicos regulares.

BENEFÍCIOS SÓCIO-AMBIENTAIS

Vale ressaltar que esse modelo de produção é menos prejudicial ao meio ambiente, uma vez que emite menos poluentes. Além disso, ele permite maior rendimento aos pequenos produtores, que praticam a chamada "agricultura familiar". É nesse tipo de propriedade que encontramos a maior parte da produção orgânica.

FEIRAS DERRUBAM O MITO DO PREÇO ALTO

Existe o mito de que os alimentos orgânicos são caros demais, mas na verdade o que acontece é que eles parecem mais caros porque os supermercados onde costuma-se comprar cobram até quatro vezes mais do que as feiras. Nas feiras orgânicas, muitas vezes, os consumidores compram direto dos produtores, o que significa preços mais baixos e a experiência de troca entre o consumidor e o produtor.

Veja aqui o mapa nacional de feiras orgânicas

22/05/17

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