Segunda, 22 de outubro de 2018

Destaque

Como o mundo enfrenta (bem) o envelhecimento da população Conheça políticas públicas que melhoraram a qualidade de vida dos idosos ao redor do mundo

Não só no Brasil, mas em todo o mundo, as expectativas de vida estão mais altas do que nunca. Com isso, sobe também a cada dia o número de pessoas que já possuem mais de 60 anos, o que tem gerado em diversos países do mundo um grande contingente de novas políticas públicas pensadas para esta faixa etária. No caso do nosso país, ainda atrasado nesse sentido, restam bons exemplos de outras nações como Chile, Holanda e Japão, que podem nos servir como modelo para melhorar a atenção pública aos idosos por aqui.

Acontece que, nestes países, foram lançados programas de saúde e lazer que comprovadamente obtiveram êxito no aumento da qualidade de vida de suas populações idosas. No caso do Chile, por exemplo, foi criado o 'Programa Nacional para a Saúde dos Idosos', um serviço que começa a atender as pessoas antes mesmo que elas atinjam a terceira idade, criando uma rede de assistência baseada na prevenção.

No caso da Holanda, o projeto conhecido como Buurtzorg ("Cuidados de Bairro", em português) vem sendo apontado como uma verdadeira revolução na saúde primária, ao espalhar pequenas equipes de enfermeiros por diferentes bairros, visando uma atenção aos idosos no local em que eles vivem e evitando a ida frequente aos hospitais. No Japão, os cuidados vão além da área de saúde e se estendem a clubes e academias, locais onde os idosos podem frequentar sessões de hidromassagem, fazer exercícios e realizar outras atividades preventivas.

A composição etária das sociedades está mudando rapidamente. O desafio de assegurar qualidade de vida para um número cada vez maior de idosos está na ordem do dia.

Você pode conhecer melhor,
aqui,  os dados e políticas adotados por Holanda e Chile para melhoria de seus serviços de saúde pública para os idosos. Você pode conferir aqui, também,  um pouco mais sobre as políticas do Japão para os que já chegaram aos 65 anos. Confira!

15/10/18

Outubro rosa: hora de combater o câncer de mama

Diagnóstico precoce é a melhor forma de salvar vidas

O mês de outubro é, tradicionalmente, marcado por diversas ações que promovem a conscientização sobre o câncer de mama. Durante a campanha, muito se fala sobre a importância de um diagnóstico precoce da doença, o que só é possível através de exames preventivos: autoexame e, principalmente, mamografia. Isso porque, embora fundamental, o exame cotidiano não substitui uma avaliação clínica.

Apenas no Brasil, mais de 150 mulheres são diagnosticadas com câncer de mama todos os dias. Nada menos que 59 mil novos casos são esperados em 2018, segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer). A boa notícia, porém, é que, quando há o diagnóstico precoce da doença, as chances de cura se ampliam enormemente. O índice de cura já alcança cerca de 95% das mulheres que descobrem o câncer em seu estágio inicial.

Conhecer o próprio corpo e realizar sempre o autoexame é um cuidado básico, mas fundamental. Uma medida simples que salva muitas vidas - basta apalpar as suas mamas ao tomar banho, quando estiver deitada ou na frente de um espelho, com muita atenção para o aparecimento de quaisquer alterações. A presença de nódulos (caroços), inclusive na região do pescoço e nas axilas, mesmo que indolores, merecem atenção médica imediata.

Mas lembre-se: o autoexame, apesar de ser a primeira forma de prevenção, não afasta a necessidade de realização de mamografias periodicamente. A partir de 50 anos de idade, a atenção deve ser redobrada e os exames, anuais.

Procure saber, na sua cidade, onde devem ocorrer as ações de conscientização e prevenção e participe. Prevenir é a melhor forma de cuidar!

Clique aqui para saber mais sobre o câncer de mama.

15/10/18

Lançamento nesta 6ª feira: finanças pessoais entre gerações é tema de livro de participante do SERPROS

A Dieta Mediterrânea e seus benefícios para a longevidade

Ela prioriza o consumo de frutas, legumes, grãos integrais e nozes. Além disso, limita o consumo de carne vermelha e aumenta o consumo de peixes

Uma pesquisa realizada pelo Departamento de Epidemiologia e Prevenção do Instituto Neurológico Mediterrâneo Neuromed em Pozzilli, na Itália, investigou os benefícios da alimentação mediterrânea para os idosos. Eles já haviam identificado que a dieta reduzia o risco de mortalidade na população em geral, mas a amostra com cerca de 12 mil participantes, acima de 65 anos, revelou que a dieta mediterrânea está associada a uma importante redução na mortalidade em decorrência de problemas cardiovasculares e cerebrovasculares: cerca de 25%.

A dieta mediterrânea leva este nome porque é um modelo de alimentação baseada na culinária dos países banhados pelo mar Mediterrâneo. A população local prioriza o consumo de gorduras monoinsaturadas - como o azeite -, peixes e, moderadamente, o vinho tinto, durante as refeições principais.

Pesquisam associam a alimentação mediterrânea à queda no risco de doenças cardíacas e também na prevenção de doenças crônicas graves. Isso porque os componentes dessa alimentação têm baixo nível de colesterol "ruim" (LDL), aquele que tem mais probabilidade de acumular depósitos nas artérias. Outros estudos sugerem que a dieta mediterrânea também está associada a redução nos casos de câncer, Parkinson e Alzheimer.

A base da dieta mediterrânea está no alto consumo de frutas, legumes, peixe, legumes, azeite e cereais, pouca carne e produtos lácteos e consumo moderado de vinho com as refeições.

Saiba mais aqui.
 

15/10/18

Parabenize os aniversariantes da semana