Notícias 2026

► NOSSA RENTABILIDADE / 2025: SERPROS bate meta atuarial com 11%, CDI alcança 14,3% e Bolsa 34%

>> Tanto a renda fixa quanto o mercado de ações ofereceram boas oportunidades em 2025 para ganhos excedentes, mas o aproveitamento desse potencial foi tímido

As rentabilidades dos investimentos do SERPROS nos planos PS-I e PS-II em 2025 superaram suas metas atuariais. Apesar dessa boa notícia, os números alcançados ficaram bem abaixo do CDI - Certificado de Depósito Interbancário, a taxa de juros utilizada como referência nos investimentos de renda fixa - e mais ainda do Ibovespa, o índice da nossa Bolsa de Valores.

Segundo informe do SERPROS, em 2025 "o PS-I apresentou rentabilidade de 11%, acima da meta de 9,47%; o PS-II BD alcançou 11,48%, superando a meta de 9,39%; já o PS-II CD rendeu 11,97%, também acima de sua meta atuarial de 9,39%".

O índice do CDI no mesmo período foi de 14,31%. O Banco Central do Brasil tem mantido a taxa Selic em 15%, um índice altíssimo, com consequências nefastas para o país, mas que oferece uma oportunidade de investimento com ganho alto e praticamente nenhum risco. Nessa direção, o SERPROS informa que suas carteiras têm uma alocação de aproximadamente 85% em Renda Fixa.

A renda variável, o mercado de ações, não faz muito tempo "vilão" dos nossos investimentos, encerrou 2025 com forte valorização de 34% no Ibovespa. Segundo o informe do SERPROS, "isso também contribuiu positivamente para o resultado do ano".

Apesar de tanto os títulos de renda fixa quanto o mercado de ações terem contribuído em 2025 com índices muito positivos - 14,31% e 34% - a rentabilidade dos nossos investimentos, no PS-I e PS-II, variou entre 11% e 11,97%.

É normal que existam anos ruins para os investimentos, com fatos econômicos e políticos que derrubam os índices de rentabilidade e até mesmo o valor dos papéis. Por isso mesmo, quando os mercados vão bem e oferecem ótimas oportunidades, é preciso aproveitá-las. É nos períodos bons que se pode acumular ganhos extras, excedentes, que serão importantes para cobrir os prejuízos de períodos ruins. E não custa lembrar que o mundo vive uma época de grande instabilidade a partir de disputas econômicas e geopolíticas, encabeçadas por grandes potências militares.

02/02/26

VAMOS À LUTA / ASPAS recorre à ANS contra reajuste abusivo do PAS/Serpro


>> Representação da ASPAS pede fiscalização e suspensão do reajuste de 29,39%. Ofício ao Presidente do Serpro lembra que o Acordo Coletivo deve ser cumprido

A ASPAS encaminhou ao presidente da ANS - Agência Nacional de Saúde Suplementar - Dr. Wadih Nemer Damous Filho, na última 6ª feira, dia 30 de janeiro, uma Representação Administrativa requerendo providências da ANS diante do reajuste de 29,39% aplicado no plano de saúde PAS/SERPRO. A ASPAS pede que a ANS fiscalize o PAS/Serpro e suspenda o reajuste cautelarmente enquanto realiza a fiscalização.

Segundo a Resolução Normativa nº 124/2006 da Agência, todo reajuste deve ser precedido de uma justificativa técnica por meio de cálculos atuariais transparentes para demonstrar o aumento da sinistralidade. No presente caso, como o reajuste inviabilizou a manutenção do contrato (uma vez que excedeu desproporcionalmente a inflação e os reajustes de remuneração e proventos dos usuários), cabe à ANS, mediante a Representação feita pela ASPAS, revisar o índice de reajuste.

Nossa Representação à ANS pede:

a) a instauração de procedimento fiscalizatório para verificar se a operadora, ao aplicar o reajuste de 29,39%, seguiu os critérios exigidos de transparência e proporcionalidade.

b) a requisição de estudos atuariais e memória de cálculo que embasaram o reajuste;

c) a análise da ANS sobre razoabilidade e proporcionalidade do reajuste;

d) a suspensão provisória do reajuste até o final da apuração fiscalizatória;

e) a adoção das medidas sancionatórias cabíveis, se constatada infração.

Veja aqui a íntegra da Representação Administrativa apresentada pela ASPAS à ANS.

Ofício enviado ao presidente do Serpro Wilton Mota

Ofício com o teor semelhante ao da Representação Administrativa foi enviado pela ASPAS ao presidente do Serpro Wilton Itaiguara Gonçalves Mota. No ofício seguem todos os argumentos para que haja uma revisão do grotesco reajuste de 29,39%. É demonstrada a onerosidade excessiva que recaiu sobre aposentados e pensionistas e a evasão de beneficiários.

No documento, a ASPAS ressalta que o recente reajuste contradiz o compromisso assumido pelo Serpro no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) assinado com a Fenadados e os Sindicatos. No ACT, o SERPRO comprometeu-se a realizar estudos técnico-atuariais e buscar a elevação possível da participação da empresa no custeio do Plano de Saúde, além de manter diálogo permanente com a Comissão Paritária.

Acordo Coletivo sempre teve força de lei, mas desde a chamada "reforma trabalhista" de 2017 acordos e convenções coletivas estão acima da própria lei em quase todos os assuntos. Passou a vigorar o conceito de "acordado sobre o legislado". Portanto, respeitar o ACT não é uma opção, é obrigação legal.

Veja aqui o ofício enviado ao presidente do Serpro.

02/02/26

NO YOUTUBE / 'Live' de Investimentos SERPROS: retrospectiva, desempenho e o que esperar de 2026

SAÚDE / Cérebro em sobrecarga: os efeitos de acelerar áudios e vídeos no WhatsApp

>> Especialistas alertam que ouvir e assistir conteúdos em velocidade aumentada pode alterar o funcionamento mental e aumentar o cansaço cognitivo

Com a rotina cada vez mais acelerada, reproduzir vídeos e áudios em velocidade aumentada no WhatsApp ou nas redes sociais tornou-se um hábito comum entre aqueles que buscam otimizar o tempo. A função é prática e pode até facilitar o dia a dia, mas seu uso frequente gera preocupação entre os especialistas: estudos indicam que, embora seja útil em alguns momentos, recorrer com frequência à aceleração de conteúdos pode afetar o funcionamento do cérebro, comprometendo a concentração e até mesmo a capacidade de aprendizado.

O problema central da reprodução em ritmo acelerado de áudios e vídeos reside no excesso de estímulo cerebral. Estudos mostram que, em condições normais, humanos falam a uma velocidade de aproximadamente 150 palavras por minuto. O nosso cérebro consegue compreender três vezes essa média, recebendo até cerca de 450 palavras por minuto, mas essa capacidade não é ilimitada. Quando as informações chegam rápido demais, a chamada "memória de trabalho", responsável por armazenar temporariamente o que ouvimos e processamos, acaba sobrecarregada, provocando perda de informações e cansaço mental.

Fadiga mental

Os efeitos desse processo se revelam no cotidiano. Muitas pessoas relatam não conseguir mais assistir a vídeos ou acompanhar ligações na velocidade normal, sem problemas de concentração. Essa sensação tem explicação: o consumo frequente de conteúdos em velocidade aumentada modifica a forma como o cérebro percebe o tempo e reduz a tolerância à espera. A longo prazo, o cérebro tende a se adaptar a esse padrão acelerado e passa a buscar estímulos cada vez mais imediatos, gerando uma constante fadiga mental que acaba por comprometer a atenção e o bem-estar emocional.

Em pessoas com transtornos de ansiedade, o efeito pode ser ainda mais intenso, já que o cérebro, naturalmente acelerado, é exposto a um fluxo maior de estímulos, o que tende a agravar sintomas como inquietação e irritabilidade.

Prejuízos de compreensão

Além das consequências sobre a saúde mental, a aceleração de áudios e vídeos também afeta a compreensão. Quando o cérebro recebe mais informação do que consegue processar, parte do conteúdo se perde antes mesmo de ser absorvido. A velocidade ainda reduz a percepção de detalhes como a entonação da voz, por exemplo, algo essencial para captar nuances emocionais e de sentido, resultando em interpretações parciais ou distorcidas. Com o tempo, essa forma de consumo pode levar a uma escuta seletiva, na qual o ouvinte absorve apenas fragmentos, comprometendo a qualidade da sua comunicação - o que também tem relação direta com declínio cognitivo, especialmente para as pessoas idosas.

No fim das contas, a urgência de ouvir e ver tudo de forma apressada pode nos fazer perder o essencial: o tempo de compreender. Em um mundo que não para, desacelerar é uma escolha consciente e necessária. É nesse ritmo mais calmo que o cérebro encontra espaço para pensar, aprender e se reconectar com o prazer de realmente entender o que nos cerca!

02/02/26

PARABÉNS! / Aniversariantes da semana

► OS SENHORES DA NOSSA SAÚDE / Destino dos aposentados do PAS/Serpro está nas mãos de cinco conselheiros



>> Os cinco integrantes do Conselho de Administração do Serpro, que decidiram pelo aumento de 29,39% na mensalidade do plano de saúde, têm o poder de rever sua decisão e ponderar levando em conta o terrível impacto desse reajuste na vida dos usuários aposentados

Os usuários do PAS/Serpro, sobretudo os aposentados, continuam se manifestando nas redes sociais e enviando mensagens à ASPAS denunciando os efeitos do reajuste de 29,39% aplicado nas mensalidades do plano de saúde em dezembro último. Muitos aposentados estão em vias de abandonar o plano por não conseguirem mais arcar com seu custo. Decisão que, a essa altura da vida, constitui um castigo cruel para quem dedicou décadas de sua vida para o sucesso do Serpro.

A suspensão desse reajuste gigantesco daria tempo para que os aposentados possam usufruir das mudanças que o PAS/Serpro sofrerá a partir da recente aprovação da SEST, que permitiu a adoção de quatro novos planos. Essa mudança começou a partir de sugestões da ASPAS para o então Diretor de Pessoas do Serpro, Marco Aurelio Sobrosa Friedl, hoje Conselheiro Deliberativo eleito do SERPROS, que abraçou a ideia. Privar os aposentados desse direito, além de cruel, não faz sentido.

Relatório parcial e tendencioso

O reajuste foi decidido pelo Conselho de Administração do Serpro, que se baseou em relatório financeiro parcial e tendencioso. O relatório se restringiu em mostrar números estáticos do último ano, ignorando o caráter de benefício trabalhista do PAS/Serpro, concedido pela empresa a seus empregados (com promessa de ampará-los por toda a vida), ou seja, elemento importante para a manutenção de seu quadro funcional.

O relatório não levou isso em conta e, por isso, não apresentou um quadro geral para uma decisão mais ponderada do Conselho de Administração. O fato é que o Serpro obteve ótimos lucros nos últimos anos (veja quadro) e, contraditoriamente, reduziu a participação da empresa no PAS, que caiu de 51% para 37% dos custos nos últimos 8 anos (veja gráfico).

Aposentados sofrem

A ASPAS recebeu de uma beneficiária de São Paulo, Assistida do PS-I do SERPROS, seu holerit referente a dezembro/25, mostrando o pagamento recebido no início de janeiro, no valor de R$ 4.077,10. Já o boleto do PAS/Serpro, com vencimento no próximo dia 31/01/26, veio cobrando R$ 4.925,19. Ou seja, ela não terá como pagar o plano de saúde.

São inúmeras as mensagens recebidas pela ASPAS, muitas como comentário no Abaixo-assinado online que já ultrapassou 1.500 assinaturas pedindo a suspensão do reajuste de 29,39%. Com sua participação, e também de seus dependentes, esse número continuará crescendo nos próximos dias e semanas.

LEIA E ASSINE AQUI O ABAIXO-ASSINADO.

Carta Aberta da ASPAS

A Carta Aberta da ASPAS (veja aqui) certamente chegou ao Conselho de Administração do Serpro. Esperamos que os ilustres integrantes do Conselho de Administração e da Diretoria do Serpro reflitam sobre os aspectos que levantamos, todos eles com foco no sucesso da empresa, na boa relação com os empregados, na sustentabilidade do PAS/Serpro e na sobrevivência dos ex-empregados, hoje aposentados.

Os conselheiros que decidem esse assunto, listados acima (o representante dos empregados não vota neste caso), têm poder e a responsabilidade para reexaminar o tema e ponderar. Estão lidando com pessoas e com a postura da empresa perante seus empregados. O PAS/Serpro não é um plano privado, que precisa remunerar seus acionistas. É um benefício trabalhista, oferecido pela empresa. Não é custo, é investimento em qualidade funcional e técnica. Certamente eles entendem isso.

26/01/26

LUTO / Perdemos nosso valoroso e querido companheiro Naévio Rangel

>> Um companheiro de lutas comprometido com o melhor para os participantes do SERPROS

A ASPAS - Associação dos Participantes e Assistidos do SERPROS - vem a público, profundamente consternada, informar o falecimento, na última 4ª feira, 21 de janeiro, do nosso querido amigo e companheiro NAÉVIO TAVARES RANGEL, recém eleito e empossado Diretor-Presidente da nossa Associação.

Naévio foi escolhido para encabeçar a ASPAS neste mandato que se inicia por suas inúmeras qualidades pessoais e profissionais, com larga história de serviços prestados, não só ao Serpro, mas também aos empregados, com passagens importantes em entidades como Ases e SERPROS, além da própria ASPAS.

No Serpro, foi gerente do Núcleo de Transcrição em Niterói. Depois da extinção do Núcleo de Niterói, ocupou diversas outras gerências voltadas à sustentação dos serviços e atendimento aos clientes do Serpro. Sempre agregador e atento aos direitos dos empregados, Naévio foi o primeiro presidente da ASES após a fusão com a ASSESSO. Já aposentado, assumiu a gerência de atendimento ao participante do SERPROS.

Naévio havia se submetido a uma cirurgia e permaneceu internado entre os dias 10 e 17 de janeiro. Estava se recuperando em casa, mas alguma complicação o levou de volta ao hospital no dia 19. Infelizmente nosso amigo não resistiu e faleceu no dia 21. Uma fatalidade inesperada e muito sentida.

Aos parentes e amigos, nossa integral solidariedade.

A Naévio Rangel todas as nossas mais profundas homenagens!

Diretores e Conselheiros da ASPAS

MISSA DE SÉTIMO DIA

Em memória de Naévio Tavares Rangel será celebrada Missa de Sétimo Dia na próxima 4ª feira, dia 28/01/2026, às 18 horas, na Paróquia Porciúncula de Sant'Ana, na Av. Roberto Silveira, 265, Icaraí, Niterói, RJ.

26/01/26

PELA INTERNET / Pensão por Morte agora pode ser solicitada diretamente no site do SERPROS

SAÚDE / Check-up anual: o primeiro passo para um ano com mais saúde

>> Exames de rotina ajudam a detectar doenças precocemente e garantem mais qualidade de vida na terceira idade

Janeiro traz consigo o impulso de recomeçar. Dentre as tantas metas que costumamos traçar, cuidar da saúde deveria estar no topo da lista - e realizar um check-up anual é uma forma simples e eficaz de garantir que o corpo e a mente estejam preparados para o novo ciclo. E mesmo quem se sente bem deve manter esse hábito, já que muitas doenças, como hipertensão, diabetes e alguns tipos de câncer, evoluem de forma silenciosa e só podem ser descobertas por meio de exames preventivos. Detectá-las o quanto antes faz toda a diferença para as perspectivas de tratamento e a preservação da qualidade de vida.

Ao contrário do que muitos pensam, um check-up não precisa ser algo complexo e nem partir de uma agenda lotada de consultas. Para quem ainda não conta com acompanhamento médico regular, o primeiro passo é agendar uma consulta com um clínico geral (ou, no caso dos idosos, com um geriatra). Nessa avaliação inicial, o médico reúne informações sobre o histórico familiar, doenças prévias, uso de medicamentos, alimentação, rotina e prática de atividades físicas. Também são feitos exames básicos, como aferição da pressão arterial, medição do peso e cálculo do índice de massa corporal (IMC). Esses dados orientam o médico sobre quais exames laboratoriais e de imagem devem ser solicitados.

Especificidades

Para diferentes idades e gêneros, o check-up é realizado segundo algumas especificidades. Além do clínico geral, as mulheres devem manter as consultas com o ginecologista e realizar exames como mamografia e papanicolau, conforme a orientação médica. Já os homens, a partir dos 50 anos (ou antes, se houver histórico familiar de câncer de próstata), devem consultar o urologista para uma avaliação preventiva.

Para quem convive com doenças crônicas, o check-up pode ser integrado às consultas de rotina. Pacientes cardíacos, por exemplo, podem concentrar seus exames com o cardiologista, que avaliará tanto o controle da condição específica quanto a saúde geral. Da mesma forma, pessoas com diabetes podem fazer o acompanhamento com o endocrinologista, aproveitando o momento da consulta para atualizar os exames de sangue e ajustar o tratamento.

Manutenção da imunização é fundamental

O check-up anual também é o momento ideal para revisar a carteira de vacinação. Assim como os exames de rotina, as vacinas são parte essencial da prevenção e ajudam a evitar complicações. Além das vacinas contra a gripe e a covid, que devem ser atualizadas anualmente, é importante manter em dia outras imunizações, como contra o tétano e a difteria, que devem ser realizadas a cada dez anos. Para as pessoas idosas, o Ministério da Saúde mantém um calendário específico de vacinação, cabendo ao médico indicar reforços ou novas doses conforme o histórico e as condições de cada paciente.

E vale lembrar que, além de cuidar da saúde, realizar o check-up é uma forma prática para que os usuários da saúde privada aproveitem da melhor forma os seus planos - um investimento alto, especialmente em tempos de reajustes expressivos. Manter os exames em dia é uma forma de usufruir plenamente do serviço e de estar preparado, caso seja necessário migrar para outro plano.

Cuidar de si é um ato de autoconsciência e amor-próprio. Começar o ano com um check-up é, antes de tudo, escolher viver mais e melhor!

26/01/26

PARABÉNS! / Aniversariantes da semana

► TRAGÉDIA ANUNCIADA / Crueldade do Serpro joga aposentados no desespero


>> ASPAS tem recebido várias mensagens de revolta e desespero de aposentados do Serpro diante do insano reajuste de 29,39% na mensalidade do plano de saúde. Aposentados alertam os ativos: "eu sou você amanhã"

O reajuste de 29,39% nas mensalidades do PAS/Serpro está causando uma onda de revolta, tristeza e desespero entre os beneficiários, sobretudo os aposentados, que não contam com qualquer subsídio da empresa.

Aposentados de todo o Brasil já enviaram mensagens para a ASPAS reclamando do alto custo do plano de saúde e do enorme impacto deste último reajuste em seus orçamentos pessoais. O contracheque publicado acima, de um associado da ASPAS no Espírito Santo, é uma demonstração cabal do que esse reajuste está significando na vida de quem dedicou décadas de sua existência para o progresso do Serpro.

Esse é um dos fatores mais decepcionantes: como a empresa está tratando aqueles que deram tudo por ela. E os atuais empregados na ativa estão assistindo a tudo isso, certamente com preocupação. O massacre dos usuários do PAS/Serpro é um grande erro estratégico da empresa.

"Olhem para trás, lembrem do que passamos dentro desta empresa"

Seguem abaixo algumas das manifestações recebidas:

1. "Sou uma funcionária aposentada desde 2016. Venho aqui desabafar minhas tristezas por ver que nós trabalhamos tanto para ver esta Empresa brilhar e crescer tanto no cenário tecnológico, com nossos esforços, nossa garra... E agora quando envelhecemos e nos aposentamos somos jogados, escanteados como objetos sem uso, com salários que não dão para acompanhar o plano de saúde, que nos sufoca, e nos leva para baixo. Logo agora que mais precisamos. Cadê a alta cúpula que tem seus altos salários e não fazem nada pelos seus velhos funcionários, para terem pelo menos um plano digno que possam continuar pagando para viverem um pouco mais. Olhem para trás, lembrem do que passamos dentro desta empresa. Trabalhando sábados, domingos e feriados para ver a empresa crescer e se tornar o que ela é hoje. Muitos estão saindo deste plano, outros já se foram e outros como eu esperam uma solução melhor, um plano mais em conta para cuidar da saúde. Este é meu grito de socorro. Ou eu me alimento, ou pago o plano. Nos ajudem em nome de Jesus."

2. "COVARDES, COVARDES, COVARDES, quem suportará pagar o Plano de Saúde?"

3. "O aumento do plano de saúde foi muito alto, foi R$ 500,00, não posso pagar esse valor, só vou ganhar de aumento de salário 3,99%, tem que ser um aumento menor."

4. "Infelizmente é a situação dos Serprianos, principalmente os aposentados, no momento em que mais precisamos do plano de saúde, surge um aumento absurdo, quando o nosso salário não acompanha um reajuste desse nível. Eu pergunto: onde vamos parar? Uma falta de respeito!"

5. "Parabéns pela carta em defesa de todos nós, os assistidos pelo PAS/Serpro. Continuem na luta com o apoio de todos. Gratidão."

Assine e divulgue nosso Abaixo-assinado contra o reajuste

Já somos 1.500 usuários do PAS/Serpro, ativos e aposentados de todo o Brasil, que assinamos o Abaixo-assinado online pedindo a imediata suspensão do reajuste de 29,39% no plano de saúde. Com sua participação, e também de seus dependentes, esse número continuará crescendo nos próximos dias e semanas. Assine e peça para seus colegas e dependentes assinarem!

CLIQUE AQUI PARA ASSINAR!

19/01/26

SEGUE A LUTA / Novos Diretores e Conselheiros da ASPAS tomam posse


>> Eleitos pelos associados darão continuidade às lutas e ao trabalho da Associação pelos participantes do SERPROS

Na última 5ª feira, 15 de janeiro, às 14 horas, aconteceu a última sessão da Assembleia Geral de eleição da ASPAS. Nela, tomaram posse os novos diretores e conselheiros eleitos para um mandato de três anos, ou seja, até 2029.

A nova direção dá continuidade ao trabalho que vem sendo realizado. O presidente Paulo Coimbra passa a ocupar a Diretoria Administrativa e Financeira e o novo Diretor-Presidente é Naévio Rangel, que era o diretor de Seguridade na gestão anterior.

Nova composição

Esta é a nova composição dos órgãos diretivos da ASPAS:

DIRETORIA EXECUTIVA

DIRETOR-PRESIDENTE: Naévio Tavares Rangel
DIRETOR ADM. FINANCEIRO: Paulo Barbosa Coimbra
DIRETOR DE SEGURIDADE: Armando de Almirante Frid
DIRETORA SOCIAL: Ana Maria Maia Monteiro de Castro
DIRETORA DE COMUNICAÇÃO: Maria das Graças Amora
PRIMEIRO SUPLENTE: Irene Marques da Silva Marques
SEGUNDO SUPLENTE: Ana Cristina Leitão
TERCEIRO SUPLENTE: Arlett Araújo de Freitas

CONSELHO DELIBERATIVO

TITULARES

Paulo Fernando Kapp
Rogério da Silva Porto
Vera Lúcia Veloso de Freitas
Antonio Carlos Marchesan
Sebastião Avenaldo Muniz
Júlio César Maia Pinto Guedes

SUPLENTES

Carlos Martins de Azevedo
Gennaro Portugal Ciotola
Onir José Jacques Dias
Augusto Fernando Brandão

CONSELHO FISCAL

TITULARES

Vilmar Moretão
Simplício Carlos Barbosa
Vera Lúcia de Almeida Castro

SUPLENTES

David Bomfim Portugal
Sílvio Alberto Amendola Fonseca
José Reinaldo Lisboa Dias

19/01/26

CASO BANCO MASTER / SERPROS informa que não possui negócios com gestora liquidada pelo BC

>> Reag Investimentos estava envolvida em fraudes do Banco Master, segundo a Polícia Federal

O Banco Central (BC) decretou na última quinta-feira (15/1) a liquidação extrajudicial da CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, novo nome da Reag Trust DTVM. Trata-se da empresa que faz a gestão dos fundos no grupo da Reag Investimentos. Com a decisão, as operações da gestora foram encerradas de imediato. Segundo a autoridade monetária, a Reag descumpriu "regras legais e prudenciais exigidas pelo regulador, o que comprometeu a sua capacidade de operar de forma segura e conforme a lei". Segundo a Polícia Federal, a Reag foi parceira do Master na administração de fundos e é suspeita de participação em fraudes.

No dia seguinte, o SERPROS publicou nota informando que "não possui a Reag como prestadora de serviços, seja na administração ou na gestão de recursos dos planos". Acrescentou ainda que "também não há, na carteira dos planos administrados pelo Serpros, qualquer investimento em ativos ou fundos ligados à Reag Investimentos, direta ou indiretamente por meio de outros prestadores".

A notícia tranquiliza os participantes. O SERPROS destaca que "a carteira de investimentos é acompanhada diariamente pela equipe técnica especializada do Serpros, que monitora riscos, avalia fatos relevantes e atua prontamente diante de qualquer situação que possa representar impacto aos recursos dos participantes e assistidos".

Veja a nota do SERPROS aqui.

(Com informações do G1 e do SERPROS)

19/01/26

PLANO DE SAÚDE / Idade: barreira real para idosos que precisam mudar de plano de saúde

>> Mesmo com garantias legais, o etarismo segue impondo obstáculos à contratação e troca de planos de saúde, empurrando muitos aposentados para a judicialização ou a desassistência

Contar com um plano de saúde na terceira idade, mais do que uma comodidade, é uma forma de assegurar proteção em um momento da vida em que a assistência médica se torna ainda mais indispensável. Porém, diante dos contínuos aumentos no valor das mensalidades, muitos idosos têm sido levados a reavaliar seus orçamentos e considerar a troca de convênio. O problema é que, ao tentar fazer isso, o usuário encontra um caminho repleto de obstáculos e dificuldades.

Não é novidade que o envelhecimento da população brasileira vem alterando o cenário da saúde privada no país. Segundo levantamento do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), entre dezembro de 2013 e dezembro de 2022, o total de beneficiários com 60 anos de idade ou mais passou de 5,7 milhões para 7,2 milhões - um crescimento de 26,6%. Esse aumento na demanda por atendimentos e serviços fez com que muitas operadoras repassassem custos de forma desequilibrada, afetando principalmente aqueles que já estão aposentados e que dependem de uma renda estabilizada.

A situação se torna ainda mais delicada entre os que possuem planos coletivos por adesão, em que os reajustes não seguem o índice definido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Sem uma regulação direta sobre os percentuais aplicados, os aumentos acabam variando de forma imprevisível e, muitas vezes, abusiva. Por isso, associações e sindicatos têm se mobilizado para pressionar as operadoras e questionar reajustes considerados injustos. Entre nós, usuários do PAS/Serpro, estamos sentindo no bolso, na carne e na alma os reajustes muito acima do que nossos salários e proventos recebem, haja vista a recente decisão por insanos 29,39% de reajuste nas mensalidades.

ANS protege o idoso que quer trocar de plano, mas a lei não tem sido cumprida

Além dos valores, os idosos brasileiros convivem com outro grande obstáculo: o preconceito etário. Embora a Lei nº 9.656/98, que regula os planos de saúde, determine que é proibida a recusa de contratação ou portabilidade com base em idade, doença ou deficiência, na prática essa proteção legal ainda é desrespeitada. Há milhares de registros de operadoras que simplesmente não emitem propostas para pessoas acima de 65 anos ou omitem tabelas de preço para essa faixa etária. Outras dificultam a portabilidade com pedidos excessivos de documentação ou respostas evasivas, o que acaba desestimulando a adesão do consumidor idoso.

Nessas situações, recorrer à Justiça tem sido o caminho encontrado por muitos beneficiários para fazer valer seus direitos. A judicialização, ainda que desgastante, se tornou a opção mais concreta para o estabelecimento justo de um novo contrato - uma ferramenta de resistência frente à estigmatização e às práticas discriminatórias recorrentes no setor. Hoje, as muitas vitórias judiciais acumuladas consolidam o entendimento de que o direito à saúde é inegociável. No entanto, essa manobra legal gera custos, onerando ainda mais o idoso que já sofre com o alto valor das mensalidades dos planos de saúde. Além disso, geralmente é uma demanda judicial individual, pois cada caso é um caso.

Já assinou nosso Abaixo-assinado?

Para que o idoso troque de plano, portanto, é preciso que se respeitem as regras de portabilidade, o que não vem ocorrendo no mercado, restando a busca de orientação junto à ANS e aos órgãos de defesa do consumidor. O ideal é que, independentemente das soluções individuais, os aposentados se mantenham organizados e atuem de forma conjunta, fortalecendo suas associações e reivindicando reajustes justos. A ASPAS, por exemplo, vem lutando muito pela suspensão desse último reajuste absurdo no PAS/Serpro e mantém um Abaixo-assinado com esse objetivo. Cerca de 1.500 beneficiários do plano já assinaram. E você, já assinou? Seus dependentes também podem e devem assinar!

A luta coletiva tem mostrado que, quando os consumidores se unem, a sua voz ganha muito mais força e expressão. E é essa força que pode transformar o que hoje é um obstáculo em uma grande conquista! Resta-nos apenas o caminho da luta.

19/01/26

PARABÉNS! / Aniversariantes da semana

► PAS/SERPRO PARA TODOS! / Carta Aberta da ASPAS à Diretoria e ao Conselho de Administração do Serpro

>> Vale notar o óbvio: relatório não toma decisões, é um elemento auxiliar. Decisões são tomadas a partir da interpretação de todos os fatos, num contexto geral, procurando preservar os objetivos estratégicos da organização



A ASPAS tem claro que o poder de compra dos salários dos empregados e das aposentadorias dos ex-empregados do Serpro será mantido se os reajustes recebidos por essas rendas estiverem consonantes com os índices aplicados na correção do plano de saúde. Cada reajuste acima disso na mensalidade do PAS/Serpro significa, objetivamente, degradar a qualidade de vida dos usuários. E, para muitos, simplesmente expulsar do acesso ao atendimento médico e hospitalar de qualidade.

Essa parece ser uma equação simples, mas tem elementos complexos. A tal da "inflação da saúde" é um touro que não conseguimos enjaular, mas é possível direcioná-lo para pastos que nos poupem a alimentação.

A partir de 2017, o Serpro diminuiu drasticamente sua participação no custeio do plano de saúde, que chegou a ser de 50% entre os anos de 2003 e 2016. Em 2023, com o novo governo, houve a expectativa de que a gestão do Serpro voltasse a um patamar mínimo de 50% em sua participação, o que aliviaria a enorme pressão que os usuários vêm sofrendo, especialmente os aposentados, devido aos seguidos reajustes do plano de saúde muito acima da inflação. Isto seria apenas um princípio, necessário e urgente, para que tivéssemos tempo para implementar as alterações permitidas pela CGPAR e ANS.

Naquela época, conseguimos a definição - correta - de que algumas despesas são exclusivas do Serpro. São aquelas despesas relacionadas ao alicerce do plano, que independem dos usuários, como as despesas com pessoal interno, todas as despesas administrativas de controle e gerenciamento do plano, os custos básicos dos contratos com terceiros e do contrato com a CASSI, além das despesas geradas pela liminar do Ceará e do Rio Grande do Sul. Sim, essas despesas eram cobertas única e exclusivamente pela patrocinadora, uma vez que o programa é uma iniciativa que visa assistir não apenas ao empregado em atividade, mas toda a sua vida futura após a aposentadoria. O PAS/Serpro é um benefício DO Serpro PARA seus empregados e ex-empregados. Nunca se tratou de uma "parceria" onde cabe aos usuários arcar com 60% dos custos e ao Serpro, com apenas 37%, como ocorre atualmente.

O resultado daquela participação integral do Serpro no custeio básico, estrutural, é que a empresa pôde oferecer aos empregados e aposentados os alicerces necessários para um plano inclusivo, amigável e de boa qualidade. É claro que, para outros custos, estes sempre foram divididos por todos, resguardando o subsídio aos empregados em atividade. Dessa forma, até 2017, o PAS/Serpro mantinha preços bons e se consolidava como um grande ativo de satisfação para os empregados e ex-empregados.

O conjunto do PAS estava forte e bem alicerçado, mesmo contrariando algumas grandes operadoras que não se conformavam com a reciprocidade realizada junto à CASSI. Durante cerca de quatro anos, correu no TCU um processo sobre a reciprocidade implementada pelo Serpro, mas estávamos aplicando-a no limite da lei e não havia o que o TCU pudesse impedir. Inconformadas, as grandes operadoras forçaram a criação de uma nova legislação, que atendesse a seus interesses e nos obrigasse a não ter reciprocidade na sede, em Brasília. Ainda assim, conseguimos manter atendimento com grande capilaridade onde se encontram os serprianos.

É certo que a redução da participação do Serpro no custeio do plano não foi o único problema. Apesar de termos sobrevivido à redução iniciada em 2017, outros fatores agravaram a situação do plano, dentre eles nosso natural envelhecimento. Embora o PAS/Serpro tenha adquirido muitos usuários novos por conta dos concursos realizados, isso amenizou, mas não rejuvenesceu significativamente nossa massa de beneficiários. É importante notar que, na faixa acima de 59 anos, temos mais de 8.500 beneficiários; destes, somente cerca de 3 mil são ex-empregados. O fato é que muitos empregados não se aposentam em grande parte devido à dificuldade de manter o benefício sem subsídio, especialmente após o centro de custos não distinguir mais o básico, as despesas estruturais, como responsabilidade única do patrocinador.

As reivindicações apresentadas para mudanças no plano já vêm sendo discutidas nos últimos três anos; algumas ganharam eco na CGPAR editada no ano passado e sua adoção é necessária. Infelizmente, no nosso caso, estão sendo autorizadas apenas agora pela SEST. Esta é uma boa notícia, mas que não resolve imediatamente o pesado aumento de 29,39% solicitado pelo Conselho de Administração do Serpro. Lamentavelmente, os dados disponíveis no BAS2024 não incluem todos os pagamentos retroativos resultantes da liminar que o Rio de Janeiro perdeu e está pagando, nem a coparticipação que, de repente, o Serpro resolveu cobrar retroativamente a 2023. Estas novas receitas com certeza apresentariam um cenário menos trágico, o que põe em dúvida a necessidade deste aumento brutal de 29% ou até mesmo dos 16% ventilados anteriormente.

Sobre a situação dos aposentados, é preciso colocar em perspectiva que todos os usuários hoje ativos, amanhã estarão arcando com mensalidades majoradas e, potencialmente, abandonando o PAS, justo na velhice. Basta ver que, dos 19 mil beneficiários atuais, restam somente 3.500 aposentados. A desistência de tantos aposentados, no entanto, não resolveu a vida do Plano - e nem vai - sem as mudanças já anunciadas e uma maior participação do Serpro nos custos básicos, nos alicerces do plano, na burocracia interna e nos pisos dos contratos com terceiros.

Se o objetivo for, com sinceridade, encontrar soluções e caminhos, é evidente que a ASPAS tem muito a contribuir na Comissão de Saúde. Já passou da hora da empresa sinalizar com a inclusão da representação dos aposentados nesta comissão.

A ASPAS espera que os ilustres integrantes do Conselho de Administração e da Diretoria do Serpro reflitam sobre os aspectos aqui levantados. Vale notar o óbvio: um único relatório não toma decisões. Ele é elemento auxiliar. Decisões são tomadas a partir da interpretação de todos os fatos, num contexto geral, procurando sempre preservar os objetivos estratégicos da organização.

A ASPAS deseja que o Conselho de Administração e a Diretoria do Serpro tenham êxito na condução desta grande e maravilhosa empresa, certa de que o plano de saúde é um assunto da maior importância, relevante não apenas para o corpo funcional. Segurança em saúde é um benefício que deve contribuir efetivamente para que os quadros técnico e operacional, uma vez despreocupados com tema tão decisivo, possam oferecer suas capacidades máximas para o atingimento dos objetivos corporativos, que são essenciais ao Brasil.

O PAS/Serpro não é custo. É investimento.

ASPAS - Associação dos Participantes e Assistidos do SERPROS

12/01/26

COMPAREÇA / Diretoria eleita da ASPAS toma posse nesta 5ª feira, dia 15

>> Comissão Eleitoral dá posse aos eleitos, na sede da ASPAS no Rio, às 14h, em Assembleia aberta a todos. Participe!

A Comissão Eleitoral da ASPAS realiza nesta 5ª feira, 15 de janeiro, a sessão final da Assembleia de eleição da nova Diretoria e Conselhos Deliberativo e Fiscal da Associação para o mandato 2026-2029. A reunião acontece na sede da ASPAS, no Rio de Janeiro, às 14 horas, e é aberta para a participação dos associados interessados que puderem comparecer. O endereço é Avenida Rio Branco nº 120, sala 1206, Centro, Rio de Janeiro, RJ, na Galeria dos Empregados do Comércio, próximo à estação Carioca do metrô.

OS NOVOS DIRETORES E CONSELHEIROS

DIRETORIA EXECUTIVA

DIRETOR-PRESIDENTE: Naévio Tavares Rangel
DIRETOR ADM. FINANCEIRO: Paulo Barbosa Coimbra
DIRETOR DE SEGURIDADE: Armando de Almirante Frid
DIRETORA SOCIAL: Ana Maria Maia Monteiro de Castro
DIRETORA DE COMUNICAÇÃO: Maria das Graças Amora
PRIMEIRO SUPLENTE: Irene Marques da Silva Marques
SEGUNDO SUPLENTE: Ana Cristina Leitão
TERCEIRO SUPLENTE: Arlett Araújo de Freitas

CONSELHO DELIBERATIVO

TITULARES

Paulo Fernando Kapp
Rogério da Silva Porto
Vera Lúcia Veloso de Freitas
Antonio Carlos Marchesan
Sebastião Avenaldo Muniz
Júlio César Maia Pinto Guedes

SUPLENTES

Carlos Martins de Azevedo
Gennaro Portugal Ciotola
Onir José Jacques Dias
Augusto Fernando Brandão

CONSELHO FISCAL

TITULARES

Vilmar Moretão
Simplício Carlos Barbosa
Vera Lúcia de Almeida Castro

SUPLENTES

David Bomfim Portugal
Sílvio Alberto Amendola Fonseca
José Reinaldo Lisboa Dias

12/01/26

SAÚDE / Atestados em papel continuam válidos em 2026, esclarece Conselho Federal de Medicina

>> Após onda de notícias falsas, o órgão reforçou em nota que não há nenhuma mudança em vigor

Os atestados médicos e as receitas em papel continuarão a ter validade em 2026. A informação foi confirmada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), após as redes sociais serem tomadas por publicações que afirmavam que, a partir de março deste ano, apenas atestados digitais seriam aceitos por empregadores e instituições.

A confusão foi gerada pela interpretação errônea de uma resolução publicada em 2024 (nº 2.382/2024) pelo próprio Conselho Federal de Medicina. O texto apresentou o Atesta CFM, plataforma digital criada para centralizar a emissão de atestados médicos eletrônicos e funcionar como um sistema de validação dos documentos. No entanto, o portal encontra-se judicialmente suspenso e não tem data prevista para entrar em funcionamento. Além disso, vale ressaltar que a resolução não menciona as receitas de medicamentos, que também foram alvo de informações falsas em diversas postagens nas redes sociais.

Em nota oficial, o Conselho reforçou que nada muda na emissão ou aceitação dos atestados médicos: "Atestados médicos físicos (em papel) e digitais seguem válidos e plenamente aceitos em todo o território nacional, visto que não há qualquer mudança na legislação que determine a emissão exclusiva de atestados por meio digital", destacou o órgão.

O que é a plataforma Atesta CFM?

A proposta do CFM, após receber a devida autorização judicial para o funcionamento da plataforma, deve tornar o uso do sistema obrigatório para os médicos, com o objetivo de concentrar a emissão dos documentos no ambiente digital. Ainda assim, o Conselho enfatiza que essa diretriz, quando posta em prática, não invalidará os atestados em papel, que continuarão sendo reconhecidos por todas as instituições brasileiras.

O Atesta CFM foi desenvolvido como uma ferramenta de segurança digital voltada ao combate de fraudes na expedição de atestados médicos, prática que preocupa tanto o setor público quanto o privado. A ideia é que o sistema permita emitir, validar e verificar documentos de forma mais transparente. Sempre que um atestado for emitido, o médico responsável receberá um e-mail de notificação, o que facilita a identificação de eventuais usos indevidos de seu nome ou registro profissional. Além dos atestados de afastamento do trabalho, o sistema prevê a emissão de documentos voltados à saúde ocupacional e à homologação médica, ampliando o alcance do controle.

A circulação dessa notícia falsa nos lembra da importância de desconfiar de mensagens com tom alarmista e sempre buscar a confirmação das informações em fontes oficiais - um cuidado relativamente simples, mas que passou a ser fundamental para a segurança e o bem-estar de toda a sociedade!

12/01/26

PARABÉNS! / Aniversariantes da semana